arTeira trakkinna

domingo, 24 de outubro de 2010

arTeira TRAKKINA: Vem pra roda

arTeira TRAKKINA: Vem pra roda

Vem pra roda: O caracol




O Caracol

Planejamento e execução: Ana Lucia de S. Silva

Estratégia: Recitação

Aparentemente, este é um poema para crianças pequenas, devido à singularidade dos versos, das rimas e dos elementos concretos que passeiam pelos versos. Mas, ele tem algo interessante a ser desvelado pelos maiores. Sempre no segundo verso de cada estrofe verifica-se a idéia de ação, de movimento. Além disto, nos últimos versos que compõem as estrofes é possível entender que não podemos fazer tudo o que o outro faz, que há especificidades e individualidades entre os seres.

Aquecimento

-Jogo de amarelinha, em forma de caracol;

-Observação, leitura e análise de obras de arte:

" Caracóis Abstractos "Artista: Daniela Costa - Espinho - Portugal-Acrílico sobre tela - Novembro 2007

Metal e Vidro - 2008-Müvészeti Egyesület - Hungria

Óleo sobre tela. O caracol. Conceição Amorim Silva (artista plástica portuguesa). Abril, 207


Leitura e desdobramentos

-Recitação: cada estrofe por um grupo de alunos;

-Ampliação do conhecimento: informações sobre moluscos. (http://www.curiosidadeanimal.com/insetos_caracol.shtml)

O Caracol. Coleção Gato e Rato. Mary França. Ática. São Paulo



quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ENTRA NA RODA: O Móbile (Sérgio Caparelli)


O Móbile

Planejamento e execução: Ana Lucia de Souza Silva

Estratégia: recitação

Turma: Todos os alunos da Escola, por turma.

A alegria e a liberdade são sentimentos presentes no poema, através da comparação entre palhaços e meninos, expressos no ato de dançar (movimento do móbile no ar). Por outro lado a sonoridade das rimas e a alusão ao ato de tocar instrumentos.

A fantasia, a curiosidade, a travessura e a calmaria da criança também se fazem presentes no poema.

Aquecimento

-Conversa informal sobre móbiles e sobre palhaços;

-Escrita do poema, pela professora, em um móbile contendo quatro palhaços;

-Apresentação do móbile;

-Observação dos movimentos do móbile

Leitura e desdobramentos

-Recitação do poema, pela professora, vestida de palhaço, fazendo palhaçadas, tentando tocar o móbile;

-Apresentação do livro de Sergio Caparelli, 111 Poemas para crianças e convite a uma viagem pela magia das rimas, da sonoridade, da fantasia, da poesia que os poemas provocam.


111 Poemas para crianças. Sérgio Caparelli. L&PM. Porto Alegre

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vem pra Roda


Advinha quanto eu te amo?

Planejamento e execução: Ana Lucia de Souza Silva

Estratégia: Leitura e Reconto

Turma: 1º Ciclo Intermediário-manhã

Quanto vale o amor entre pai e filho?

Na fábula, um esperto coelhinho entra num jogo de adivinhação com seu pai para mensurar a medida de seu amor por ele. Para isto usa seu corpo e em seguida elementos do seu habitat.

O pai a principio brinca, mas entra no jogo de aprendizagem com o coelhinho, fazendo-o entender a amplitude de seu amor pelo esticar de partes do corpo.

O coelhinho ao mensurar o amor do pai pelo tamanho do corpo percebe-se infinitamente amado e adormece.

Aquecimento

-Ouvir e cantar a musica “Dois Coelhos”,Cacaso.Composição: m-flo & Sowelu

-Confecção de orelhas de coelho

Leitura e desdobramentos

Leitura, em voz alta, com imitação de gestos dos dois coelhos, pelos alunos. A professora imita o coelho pai e as crianças imitam o filhote, cada vez que a professora ler as referidas falas e mostra as figuras.

Leitura, sem gestos.

Reconto por dois alunos

Sam MacBratney. Il. Anita Jeram. Trad. Fernando Nunes. São Paulo:Martins Fontes,1996.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

É primavera na Paraiba

A Paraiba quer mudar, vamos ao segundo turno




A Paraíba quer mudar
A despeito dos institutos de pesquisa alardarem aos quatro ventos que a eleição seria um plebiscito para Dilma e Zé, os eleitores mostraram que não é assim que a banda toca.
A Paraiba mostrou que, mesmo que Zé diga que somos analfabetos e trocamos 15 por 40, sabemos pensar.
Como podemos votar num candidato que diz que para melhorar a educação vai dar farda e ônibus?
Acorda Zé Maranhão, nós queremos mais para os paraibanos..queremos salário digno, formação continua, seguridade dos nosso direitos, motivação, elevação de nossa auto-estima, segurança dentro e fora da Escola,etc.
Nada contra a terceira idade( até porque me encaminho para isto), mas seu pé esta apenas no passado. Nos somos um povo que vive na era da tecnologia e da informação. Precisamos de governantes que tenham sensibilidade para entender que não estamos mais no antropocentrismo.
O momento é para pensar em sustentabilidade, inclusão, diversidade, acessibilidade, etc. Necessitamos de pessoas que tenham visão ampla, que busquem melhorias não so micro, mas também macro. Que façam no presente pensando no futuro que não vejam a paraiba como uma ilha. Que busquem melhorias para nosso planeta, casando o desnvolvimento, preservação do homem, dignidade do povo, mas, mais que isto, que coloque nosso Estado na rota do sucesso.
Campina Grande entendeu que não é Zé Maranhão o melhor para isto. Então, avante Ricardo Coutinho, temos sede de mudança.