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domingo, 16 de junho de 2013

Reflexões éticas e filosóficas sobre a educação escolar



Reflexões éticas e filosóficas sobre a educação escolar (ALVORI AHLERT )


Ana Lúcia de Souza Silva
Norma Suely de Souza Motta

O texto de Ahlert, Reflexões éticas e filosóficas sobre a educação escolar, nos remete, primeiramente, a idéia de que a escola brasileira, a despeito de todas as mudanças que vêem sendo implementadas no nível de sistema, em função da LDBN (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 9.394, de 20 de dezembro de 1996), continua sendo vertical, reproduzindo o modelo de sociedade que impõe diferenciação social em função do modelo econômico atual. Na base da educação, espremidos pelos demais seguimentos que compõem a escola encontram-se os alunos, esmagados na continuidade e aprofundamento da assimetria entre os grupos.
O MEC determina as diretrizes a serem referendadas pelos estados e municípios, que por sua vez determinam às escolas e estas determinam um conjunto de regras para serem seguidas pelos alunos.
Entretanto o texto nos convida a percepção de que a escola necessita encontrar o caminho para a humanização, colocando o homem como ser integrante da natureza. Para tanto necessita exercitar o pensamento, numa perspectiva inter, intra e multidisciplinar.
Ao longo da história da civilização temos vivido em Eras. Do teocentrismo ( Deus como centro do universo) a Era atual, e a das TICS ( tecnologias da Informação e das Comunicações) a escola tem sido palco de disseminação da ideologia subjacente ao modelo econômico vigente, reproduzindo essa racionalidade econômica. No modelo antropocêntrico não foi diferente. O homem passou a ser o centro de tudo, mas esse se perdeu em si mesmo. É óbvio que o referido paradigma de sociedade, assim como os outros, teve seus aspectos positivos. Nesse, principalmente, o avanço da ciência, a busca por soluções para melhorar a saúde do homem, o conhecimento, os modos de vida. Entretanto, dialeticamente, esse modelo também trouxe desastrosas conseqüências como, por exemplo, o homem ter se perdido em si mesmo, perdendo a essência do ser parte de.
Apesar de estarmos em plena efervescência midiática, ainda mantemos os pés nos outros paradigmas, até porque um modelo nasce da ruptura do outro. Daí porque sobrevivem os resquícios.
Com base no texto de Ahlert, podemos supor que os jovens de hoje, da era das TICS, são frutos de pais antropocêntricos. Os educadores que estão nas salas de aula educam pela repetição do padrão em que foram educados. Ou, ainda, conforme fala o autor, esses jovens nasceram no período industrial, mas seu momento de produção econômica é tecnológico e de informação.
Daí porque se faz necessário um modelo de educação que coloque o homem como um ser holístico, portanto atuante, pensante, e por ai em diante.
Nesse sentido o autor convida a pensarmos a escola, na essência, voltada para a realidade em que o homem está inserido, embora apontando para uma perspectiva global, atendendo ainda a racionalização econômica, ou seja, o modelo de economia globalizado.
Pensar a escola de maneira holística é considerar o aluno como sujeito de um todo. O aluno ao se deparar com a geografia, por exemplo, precisa assimilá-la num tempo e num espaço, num viés histórico, social, econômico, lingüístico, de natureza lógica e etc. Como operacionalizar isso se não for pelo caminho do pensar? É sobre isso que o autor fala. É preciso pensar a realidade para além de uma relação local.
Para tento será necessário fomentar aprendizagens com base epistemológicas fundamentadas no pensar.
É com base nessa premissa que o autor nos remete aos documentos da UNESCO, como resultado do Relatório Jacqes Delors Educação: um tesouro a descobrir, enfatizando a educação fundamentada em quatro pilares.
É preciso Aprender a conhecer o conhecer, ou seja, ter autonomia para buscar aprofundar e consolidar conhecimentos através do acesso às informações de todas as formas e nas variadas fontes.
Também é necessário aprender a fazer, usar o conhecimento adquirido para resolver seus próprios problemas, habilidades básicas e específicas de gestão da própria sobrevivência em todos os campos assim como quanto à empregabilidade e sustentabilidade.
Orientar o ser sujeito significa ajudar o educando a desenvolver a identidade e a auto-estima, autoconfiança, auto-conceito, autodeterminação, ou seja, aprender a ser. Ter competência pessoal.
Por fim, Aprender a conviver, que significa desenvolver as relações interpessoais e comunitárias, relações de cidadania, de urbanidade, de solidariedade, de construção coletiva, de ação comunicativa, de conhecer e reconhecer o outro de forma comunicativa.


Dessa forma, ou seja, tendo como premissa a educação centrada nos quatro pilares, visualiza-se um modelo de educação centrado nas reflexões éticas e nos valores. Pensando a ética como um conceito mais universal, que norteia a sociedade como um todo e os valores mais comprometidos com questões como cultura, por exemplo. Assim sendo, o que é valor moral positivo para um determinado grupo social pode não ser para outro. Pensamos, portanto, que é necessário fomentar um modelo de educação a partir de uma reflexão também filosófica. Esses são os dois chamados do autor para entendermos as demandas educacionais hoje. Aos educadores cabe a tarefa de fazer os alunos refletirem, via pensamento instigado, a realidade que os cerca, em todas as áreas da vida, tendo como princípio norteador as questões éticas, como por exemplo, a ética subjacente aos mandamentos postos na bíblia, os quais se constituem um dos primeiros tratados éticos da humanidade, que independentemente de professar fé aponta para condições coerentes de modo de vida em sociedade.
O autor, em suas considerações sobre Reflexões éticas e filosóficas sobre a educação escolar, acaba, por assim dizer, nos remetendo a uma melhor compreensão do que seja uma educação realmente inclusiva.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Lugares que desejo conhecer antes de morrer

Pisa.Italia

Valle de Aran.Lleida

Catedral de Sevilla.España

Yingxi .China

Invierno en Suecia



Ávila, (España)

Lucca, Tuscany, Italy.

Notre Dame. Paris .Francia

El Coliseo, Roma

La Alhambra.Granada.España

Vamos aprender espanhol conhecendo as maravilhas do mundo?

El castillo de Chenonceau, también conocido como el castillo de las mujeres, es un castillo de estilo residencial del siglo XVI, situado en la comuna francesa de Chenonceaux,.Francia


Faro de Point Betsie.Michigan.EE.UU





Monasterio Budista

También conocido como el Nido del Tigre, se trata un monasterio budista ubicado de forma espectacular en un acantilado a 900 metros del suelo y a 3.120 metros sobre el nivel del mar. Se encuentra en el valle de Paro de Bután, país de los Himalayas al noreste de la India.
El templo está dedicado al gurú indio Padmasambhava, que según cuenta la leyenda voló a este lugar desde el Tibet a lomos de una tigresa de Khenpajong. Una historia alternativa comenta que la tigresa era en realidad Yeshe Tsogyal, esposa de un emperador y discípula de Padmasambhava.

El monasterio fue construido en 1692 y con los años se ha convertido en el icono cultural de Bután. En 1998 sufrió un incendio que destruyo varias pinturas y esculturas de valor y donde murió uno de los monjes. Actualmente se encuentra restaurado y abierto al público.......
Ruinas de la ciudad sumergida de Shi Cheng, en el lago Qiandao, China.



Playa en la costa Atlantica.Portugal

Monte Saint Michel- Francia

"En éste caso, no es tan desconocido, pero se podía dejar de nombrarlo. Situado sobre un promontorio rocoso, el Monte Saint Michel es un antiguo monasterio y pueblo, uno de los destinos más visitado de todo Francia por sus peculiaridades. Todo el complejo es un conjunto de construcciones religiosas y defensivas, construidas sobre una isla a merced de las mareas, en el estuario del río Couesnon. Se encuentra en Normandía y recibe más de tres millones de visitantes cada año..." JuanCarlos( FACE,ESFERA VIDA).

Oia es un poblado griego ubicado a 11 Km al norte de Fira y es uno de los sitios más bonitos y famosos de la Isla de Santorini



Flores de hielo en la Antartida.
Las flores de hielo son un curioso fenómeno natural en el que se forman estructuras de agua cristalizada en la superficie del mar, principalmente en la Antártida.
Las flores de hielo se forman sobre nuevas capas de hielo marino, a partir de vapores de agua que se escapan de las fisuras y huecos en la capa de hielo superficial. Al entrar en contacto con el aire frio, estos vapores se congelan, y la sal en la superficie comienza a cristalizar, sirviendo de núcleo para que se vaya formando la flor molécula a molécula.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Que venha 2013, mas traga consigo a revisão de atitudes e a potencialização das coisas boas em detrimento das ruins.

Tudo que eu falar aqui sobre desejos para a entrada do ano que se anuncia será lugar comum. Por isso vou falar o que penso sobre uma passagem de ano. Vejo-a como mais um evento festivo, como qualquer outro que busca legitimar o consumismo desenfreado, que gera lucros para alguns e muitas dívidas para a grande maioria.

O Natal, cuja homenagem deveria ser para Jesus Cristo, é feito de ornamentações no estilo dos países onde há neve, enfeites produzidos por chineses em condição de trabalho escravo, muitas vezes crianças, muitas compras, comilança, bebidas e um amontoado de familiares que, em alguns casos, passam o ano inteiro em atrito, se juntam para se confraternizar. Assim é também com as empresas. Há pessoas que não se toleram. Abraçam-se, beijam-se, trocam presentes e no outro dia tá tudo do mesmo jeito.
Mas só o Natal é pouco. É preciso vender mais, consumir mais e ai? Oito dias depois, vem a passagem de ano.

Se esses momentos não servirem para uma parada, uma freada no modo de vida atual, com perspectivas de mudanças então terá sido só mais valia, pura e simplesmente.

Nesse sentido acho que esse rito de passagem deveria ser feito em todos os dias de nossas vidas: o que tenho feito de bom e de ruim para minha vida, para a vida do meu próximo, para o planeta? Como anda minha consciência?O que preciso fazer para me redimir das coisas ruins e potencializar as coisas boas?

Augusto Cury em seu mais recente livro "O Código da Inteligência" nos conduz, nos ensina a libertarmos e expandirmos nossa criatividade, a termos uma melhor saúde psíquica, a pensarmos e sermos excelentes profissionais. De maneira simples, decifrando os códigos da inteligência, quais sejam: Eu como gestor(a) de meu intelecto, Pensar nas consequências dos meus comportamentos ( autocritica), Capacidade de sobreviver as intempéries da existência ( resiliência), Altruísmo ( capacidade de se
colocar no lugar do outro), Debate de idéias, Carisma, Intuição criativa e Eu como gestor (a) da emoção.

Se queremos um ano novo bom, de fato, devemos rever e mudar nossas atitudes, cuidar de nossa saúde física e psíquica, praticar esportes, cuidar dos nossos irmãos mais desprotegidos, ter mais comunhão com Deus, melhorar nossa conduta frente ao planeta Terra, colocar um freio no consumismo, estudar, ler, ouvir música de qualidade, ver bons filmes, consolidar as amizades, enfim, buscar pensar antes de qualquer atitude: o que vou fazer vai ferir a mim, de alguma maneira? Se a resposta for sim, desista. O que vou fazer vai ferir o/a outro/a? Se for sim, desista. O que estou fazendo tá destruindo o futuro das próximas gerações. Se sim, desista.
E, "para não dizerem que não falei das flores" Feliz 2013. Com muita atitude.
Graça e Paz em nome de Deus para todos e todas, em nome de Jesus Cristo.


Sejamos melhores do que ontem e que amanhã possamos ser melhores ainda.